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Dry wall economiza 50% do tempo na construção civil

Dry wall economiza 50% do tempo na construção civil

Alunos testam seus conhecimentos na técnica de construção a seco que ganha cada vez mais espaço no mercado brasileiro

No mercado de trabalho há uma grande demanda por profissionais que dominam as técnicas do dry wall combinado ao steel frame, usados na chamada construção a seco. Estes conhecimentos são avaliados na Olimpíada e integram estudantes do Amazonas, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo na prova que termina hoje (17), no Pavilhão do Anhembi.

Diferente da alvenaria, onde a estrutura é feita de concreto e as paredes de tijolos assentados com cimento e revestidos com argamassa, a construção a seco usa como estrutura a madeira ou as vigas metálicas e paredes de gesso. “Engana-se quem pensa que o dry wall é frágil pois hoje em dia existem placas especiais antifogo, acústicas, para divisórias internas, paredes externas, impermeáveis entre outras”, explica Sonia Reis, instrutora do SENAI que atua como professora da rede em Manaus/AM.

Sonia explica que a área é promissora para os profissionais já que a construção civil já descobriu as vantagens do dry wall, entre elas a praticidade, a rapidez, a baixa geração de resíduos e o acabamento que permite a customização dos espaços. “Em um prédio de 17 andares, a construção das paredes internas leva em média 100 dias usando alvenaria ao passo que no dry wall as mesmas paredes são feitas num intervalo de 40 a 50 dias, no máximo”, explica a instrutora.

dry wall já é utilizado em larga escala em grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, sobretudo em edifícios comerciais e industriais, onde a velocidade é fundamental na conclusão e entrega da obra. Nas residências, no entanto, apenas algumas construtoras, fora dos grandes centros, utilizam a alvenaria estrutural com moldes de concreto e placas cimentícias.

No entanto ainda há resistência do público em aceitar essa técnica que praticamente domina a construção civil em países como os Estados Unidos e boa parte da Europa.

De acordo com Sonia Reis, o mercado de trabalho para os profissionais que dominam a construção a seco é promissor especialmente no Sul e Sudeste, onde existem cerca de 20 turmas para cursos associados a estas técnicas. No norte do país, existem seis turmas no total, mas a tendência é de forte expansão num futuro breve.



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